História
Apresentação
“Um homem que tem algo a dizer e não encontra ouvintes está em má situação. Mas,
pior ainda, estão os ouvintes que não encontram quem tenha algo a dizer-lhes”
Bertold Brecht
Escrever a história de uma empresa como a Difusora é como montar um grande quebra-cabeças.
A emissora sofreu com catástrofes naturais, como a enchentes de 1985 e 1986, que
fê-la ficar fora do ar por 45 dias, por exemplo.
Por sorte e determinação dos funcionários, segundo o técnico em eletrônica Tonheca
Nascimento, as águas do rio Mossoró não atingiu os transmissores.
O prejuízo só não fora maior porque a parte de escritório e estúdios ainda não funcionavam
no prédio da avenida Cunha da Mota, onde a Difusora está devidamente instalada.
Porém, foi a mudança de endereços – sua primeira sede foi no 1 o andar do antigo
Cine Caiçara e depois foi transferida para a rua Dionísio Filgueira – que permitiu
que grande parte dos arquivos históricos desta rádio, aliada a falta de visão e
compromisso de alguns, não enriquecesse mais ainda essa nova página que agora se
escreve.
Mas a nossa tarefa é contar, mesmo que um pouco, o nascedouro, os tempos áureos
e a sobrevivência desta rádio que é considerada um patrimônio para a cidade de Mossoró.
Pois a Difusora, aos
61
anos de existência, que lidera todas as pesquisas para medir audiência, foi, é e
continuará sendo “A Fala do Povo”.